segunda-feira, 27 de abril de 2020

Beato Palau: revide divino ao surto revolucionário

São João Evangelista: “Satanás será solto da prisão. Sairá dela para seduzir as nações” De Ricci MS 044,  f 13. Columbia University, New York.
São João Evangelista: “Satanás será solto da prisão.
Sairá para seduzir as nações”
De Ricci MS 044, f 13. Columbia University, New York.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







continuação do post anterior: Pânico: a conjura revolucionária manipula a epidemia



Contrariamente a muita coisa que se diz, o Beato Palau sublinhava que catástrofe alguma pegaria a Igreja de surpresa.

E isto porque, nas Sagradas Escrituras e nas profecias particulares, Deus revelou os acontecimentos muito graves e gravíssimos que afetarão a Igreja e a sociedade humana até o fim dos tempos.

Se lermos com fé as Escrituras e os mensagens das almas dotadas do dom de profecia, descobriremos que muito do que nos está acontecendo já foi anunciado e alertado nos livros divinos e nas advertências particulares.

Mas quais desses muitos textos se aplicam aos nossos dias?

segunda-feira, 20 de abril de 2020

Pânico: a conjura revolucionária manipula a epidemia

"A festa das bruxas" ilustra o conúbio de espíritos malignos e homens perversos.
Francisco de Goya y Lucientes (1746 -1828) Museu Lázaro Galdiano, Madri
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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continuação do  post anterior: Pe. Palau: Satanás age na epidemia com os dias contados



No dia 25 setembro de 1870, o Beato Palau descrevia o pitoresco panorama do vale de Vallcarca, entre Barcelona e a montanha do Tibidabo, ponto de referência da cidade.

Todo ele estava cheio de barracas dos fugitivos do pânico – nunca concretizado – da epidemia em Barcelona.

Para lá iam, empurrados pelo pânico de não se sabe o que, os populares que não possuíam chácaras nem sítios.

segunda-feira, 13 de abril de 2020

Pe. Palau: Satanás age na epidemia com os dias contados

O pânico, ou O colosso, atribuído a um seguidor de Francisco Goya (1746-1828), Museo del Prado, Madri
O pânico, ou O colosso, atribuído a um seguidor
de Francisco Goya (1746-1828), Museo del Prado, Madri
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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continuação do  post anterior: Beato Palau: a maldição da epidemia se afasta com as bênçãos da Igreja!



O bem-aventurado Palau sublinhava que as epidemias permitidas por Deus tinham uma dimensão religiosa ditada pela justiça divina para punir os maus costumes e os desvios sociais dos povos.

Mas também do ponto de vista da Misericórdia Divina são grande ocasião para os homens se voltarem a Deus esquecido e obterem a remissão das culpas e o fim dos males.

“Insistimos que esta epidemia não é senão o fogo da ira de Deus materialmente transmitido aos corpos humanos pelos agentes de sua justiça.

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Beato Palau: a maldição da epidemia
se afasta com as bênçãos da Igreja!

Triunfo da morte, detalhe. Pieter Bruegel o Velho (1525-1530 – 1569) . Museu do Prado, Madri
Triunfo da morte, detalhe. Pieter Bruegel o Velho (1525-1530 – 1569).
Museu do Prado, Madri
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Bem-aventurado Francisco Palau O.C.D. enfrentou epidemias quase rotineiras que atingiram sua região natal, a Catalunha — onde exercia seu apostolado —, e inclusive sua capital, Barcelona.

Diversamente da falta de fé hodierna, o Beato – como, aliás, boa parte do clero – agia corajosamente no fulcro do drama para atender espiritualmente os doentes com Sacramentos, bênçãos, sacramentais, procissões, adorações e conselhos espirituais em igrejas, ruas, casas e hospitais.

Esse cumprimento heroico da ordem dada por Jesus Cristo aos Apóstolos de curar os doentes acabou apressando sua morte, acontecida no dia 20 de março de 1872 em Tarragona, extenuado em decorrência de seu intenso esforço e do contágio da febre amarela, que estava quase debelada.

“Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demô­nios. Recebestes de graça, de graça dai!” (São Mateus, 10, 8)