segunda-feira, 14 de maio de 2012

Lutero no Inferno: a visão da Beata Serafina Micheli

Beata Maria Serafina Micheli viu Lutero no inferno
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Em 1883 a Bem-aventurada Sóror Maria Serafina Micheli (1849-1911), fundadora do Instituto das Irmãs dos Anjos, passava pela cidade de Eisleben, na Saxônia, Alemanha.

Eisleben é a cidade natal de Lutero. E, naquele dia comemorava-se o quarto centenário do nascimento daquele grande fundador da heresia protestante (10 de novembro de 1483).

Lutero dividiu a Igreja e a Europa. Dessa divisão advieram  crudelíssimas guerras de religião que duraram décadas a fio.

A população aguardava o imperador alemão Guilherme I que devia presidir as solenidades.

A futura beata não se interessou pela agitação e seu único desejo era encontrar uma igreja onde pudesse rezar e visitar a Jesus Sacramentado.

As igrejas estavam fechadas e já era noite.

Na escuridão localizou uma com as portas trancadas, mas se ajoelhou nos degraus de acesso.

Pela falta de luz não percebeu que a igreja não era católica, mas protestante.

Enquanto rezava lhe apareceu o anjo da guarda e lhe disse:

‒ ”Levante porque este é um templo protestante”.

E acrescentou:

‒ ”Eu quero te fazer ver o lugar aonde Martinho Lutero foi condenado e a pena que sofre como castigo de seu orgulho”.

Depois destas palavras, a santa religiosa viu uma horrível voragem de fogo, na qual era cruelmente atormentado um número incalculável de almas.

No fundo dessa voragem via-se um homem: Martinho Lutero.

Ele se distinguia dos outros porque estava rodeado de demônios que o obrigavam a ficar de joelhos.

Todos esses espíritos imundos equipados com martelos se esforçavam, em vão, para enfiar-lhe na cabeça um grande prego.

Bem-aventurada Sóror Maria Serafina Micheli
A freira achou que se o povo que estava na festa visse aquela cena dramática, certamente não tributariam honras, lembranças, comemorações e festejos a semelhante personagem.

Desde então, Sóror Serafina sempre que aparecia a ocasião exortava suas irmãs de religião a viverem na humildade e no esquecimento dos outros.

Ela estava convencida que Martinho Lutero foi condenado ao Inferno, sobretudo por causa do primeiro pecado capital: a soberba.

O orgulho fez que ele caísse no pecado capital e o levou para a aberta rebelião contra a Igreja Católica.

A sua péssima conduta moral, sua atitude de revolta contra o Papado e a sua pregação de más doutrinas pesaram muito no desvio de muitas almas superficiais e mundanas que caíram na perdição eterna.

Sóror Serafina foi beatificada na diocese de Cerreto Sannita, província de Benevento, em 28 de maio de 2011.







O Pe Leonel Franca nasceu em 7-1-1893, em São Gabriel, RS.
Ingressou na Companhia de Jesus em 12-11-1908.
Em 1912 foi estudar filosofia na Universidade Gregoriana, Roma,
onde recebeu o título de Doutor em Teologia (1924).
Durante sua estadia na Cidade Eterna
publicou “A Igreja, a Reforma e a Civilização” (1923).
Em 1928, fundou a Universidade Católica de Rio de Janeiro,
da qual foi Reitor magnífico durante oito anos.
Rendeu sua alma a Deus em 3-9-1948.

O protestantismo evangélico segundo seus fundadores, pelo Pe. Leonel Franca S.J.


Toda a verdade sobre o protestantismo evangélico

Lutero: golpe contra a vontade

O porco no chiqueiro: ideal moral de Lutero!

A contestação protestante demolindo as verdades consoladoras

A recusa da confissão, do perdão e da Eucaristia

Negação do valor das boas obras

Emancipação de todo vínculo moral

Deturpando os Evangelhos

Corrupção dos costumes

Lutero: o “berço do puro Evangelho” virou “foco de abominável corrupção”

Muskulus: “não é possível piorar”

A obra-prima do fanatismo

Degeneração do casamento e desprezo da mulher

Da ‘segunda união’ ao ‘amor livre’ pelo divórcio e a poligamia

Extinguindo a santidade do matrimônio com a pastoral ‘misericordiosa’ de Lutero

O ‘reino do Evangelho’ vira ‘império da embriaguez e de todos os vícios’

Desaparição do amor e do respeito ao pobre

ANEXOS:
Plinio Corrêa de Oliveira

Lutero: não e não

Lutero pensa que é divino


sábado, 12 de maio de 2012

Mãe: amor, afeto, bondade e misericórdia

A palavra família indica uma pluralidade de pessoas.

Mas há outra palavra, de especial significado, que indica uma só pessoa: mãe.

Mãe é a quintessência da família, porque é a quintessência do amor, a quintessência do afeto; e, nessas condições, a quintessência da bondade e da misericórdia.

Assim, a alma da criança em contato com a mãe começa a compreender o que é a bondade que não se cansa, o que é a graça, o favor, o amor que não se exaure.

E também aquela forma de afeto que inclina a mãe a jamais achar tedioso estar com o filho.

Carregar seu filho nos braços, brincar com ele, soltá-lo no chão, vê-lo correr de um lado para outro, ser importunada por ele incontáveis vezes durante o dia com perguntinhas, com brinquedinhos.

Para a boa mãe, nisto consiste a alegria da vida.