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segunda-feira, 29 de julho de 2024

Predileção de Nossa Senhora pela França explicada por São Pio X

Nossa Senhora de Paris, catedral Notre Dame, Paris.
Nossa Senhora de Paris, catedral Notre Dame, Paris.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Com relativa frequência ouvimos perguntar por que Nossa Senhora tem tanta complacência com a França e fala tantas vezes para e sobre ela.

Ela apareceu na Rue du Bac, em Paris, capital da França, entre julho e novembro de 1830 como Nossa Senhora das Graças e deu a Medalha Milagrosa a Santa Catarina Labouré.

Também na França, nos Alpes mais perto da Itália, apareceu em La Salette para transmitir sua mensagem em 19 de setembro de 1846.

E ainda em 1858 Nossa Senhora apareceu 18 vezes em Lourdes, no sudoeste da França, ao pé dos Pirineus perto da fronteira da Espanha, para Santa Bernadette Soubirous. E ali abriu um torrente de graças e milagres que não cessa de crescer até nossos dias.

Em todas essas aparições destinadas ao mundo a França aparece como tendo um lugar central nas preocupações, afetos e previsões da Santíssima Virgem.

Não falaremos de muitas outras manifestações da Mãe de Deus em solo francês mas de menor repercussão,

Muitos argumentos autorizados já foram apresentados para explicar essa predileção pela nação conhecida a justo título como “filha primogênita da Igreja”.

E aqui temos mais um.

Uma carta do Papa São Pio X endereçada ao bispo de Orléans por ocasião da publicação do decreto dos milagres reconhecidos de Santa Joana d'Arc, no dia 13 de dezembro de 1908.

Ela nos fornece uma explicação e um ensinamento superabundante que dispensa comentários. Reproduzimos a parte principal a continuação:

A coragem, de fato, não tem sua razão de ser, se não enquanto tem por fundamento uma convicção.

A vontade é uma potência cega quando não é iluminada pela inteligência; não se pode caminhar com pé firme em meio às trevas.

Mas, se a geração atual tem todas as incertezas e dúvidas do homem que marcha a tentas, é sinal evidente que não se tem em conta de tesouro a palavra de Deus, que é a lanterna que guia os nossos passos, é a luz que ilumina nossos sendeiros, lucerna pedibus meis verbum tuum et lumen semitis meis.

A coragem virá quando a Fé estará viva no coração, quando se praticarão todos os preceitos que são impostos pela Fé, porque é impossível a Fé sem obras, como é impossível imaginar um sol que não da luz.

São Pio X
São Pio X
E de esta verdade são testemunhas os mártires que temos comemorado, porque não é de se crer que o martírio seja um ato de simples entusiasmo, no qual se entrega a cabeça ao machado para ir direto ao Paraíso; mas supõe o exercício longo e penoso de todas as virtudes, omnimoda et immaculata munditia.

E para falar de aquela que é melhor conhecida por Vós, a donzela de Orléans, de ela que, da mesma maneira que na sua humilde aldeia natal, entre as licenças das armas se conservou pura como um anjo, soberba como um leão em todas as provações da guerra, e caridosa em relação aos miseráveis e infelizes.

Simples como uma menina no sossego dos campos e no tumulto da guerra, ela estava sempre recolhida em Deus, e era todo amor pela Ssma Virgem e pela Ssma Eucaristia como um Querubim ‒ vós o tendes dito bem, Venerável Irmão.

Chamada pelo Senhor a defender sua pátria, respondeu à vocação com uma empresa que todos, e ela mesma, acreditavam impossível; mas isto que é impossível para os homens é sempre possível com a ajuda de Deus.

Não se exagerem portanto as dificuldades para praticar quanto a Fé nos impõe, para cumprir nossos deveres, para exercitar o apostolado frutífero do exemplo, que o Senhor espera de cada um de nós, unicuique mandavit de proximo suo.

As dificuldades provêm de quem as cria e as exagera, de quem confia em si próprio sem as ajudas do Céu, de quem cede vilmente atemorizado ante os escárnios e burlas do mundo.

Pelo que é necessário concluir que, nos nossos dias mais do que nunca, a força principal dos maus é a vileza e a debilidade dos bons, e toda a medula do reino de Satanás consiste na fraqueza dos cristãos.

‒ Oh! se me fosse permitido, como o fazia em espírito o profeta Zacarias, de perguntar ao Redentor divino: o quê são essas chagas no meio de tuas mãos? Quid sunt plagae istae in medio manuum tuarum?

A resposta não deixaria muita dúvida: estas me têm sido feitas na casa de aqueles que me amavam: His plagatus sum in medio eorum qui diligebant me: por meus amigos, que não têm feito nada para me defender e que em cada encontro se fizeram cúmplices dos meus adversários.

E de esta repreensão, feita aos cristãos indolentes e covardes de todos os países, não se podem eximir muitos cristãos da França, a qual, embora fora por meu predecessor, como vós, Venerável Irmão o tendes recordado, chamada a nobilíssima nação missionária, generosa, cavalheiresca.

São Luís rei, na batalha de Taillebourg, 21-07-1242. Ferdinand-Victor-Eugène Delacroix 1798-1863, Galerie des Batailles, Versailles.
São Luís rei, na batalha de Taillebourg, 21-07-1242.
Ferdinand-Victor-Eugène Delacroix 1798-1863, Galerie des Batailles, Versailles.
Eu acrescentaria à sua glória quanto escrevia ao rei São Luíz o Papa Gregório IX:

“O Deus ao qual obedecem as legiões celestes, tendo estabelecido aqui embaixo reinos diferentes de acordo com as diversidades de lugar e de climas, tem conferido a muitos governos missões especiais para o cumprimento dos seus desígnios.

“E como outrora preferiu a tribo de Judá de entre os outros filhos de Jacó, e a dotou de bênçãos especiais, assim elegeu a França, preferindo-a de entre todas as outras nações da terra, para a proteção da Fé católica e para a defesa da liberdade religiosa.

Por isto, a França é o reino do próprio Deus, e os inimigos da França são os inimigos de Cristo.

Por isto, Deus ama a França, porque ama a Igreja, que atravessa os séculos e recruta as legiões para a eternidade.

Deus ama a França que nenhum esforço tem podido jamais separar inteiramente da causa de Deus.

Deus ama a França, onde em nenhum tempo a Fé tem perdido seu vigor, onde os reis e soldados jamais hesitaram em enfrentar os perigos e em dar seu sangue pela conservação da Fé e da liberdade religiosa”.

Até aqui Gregório IX.

Portanto, vós, Venerável Irmão, no vosso retorno eis de dizer aos vossos connacionais que, se amam a França, devem amar a Deus, amar a Fé, amar a Igreja, a qual é mãe estremosíssima de todos, como de vossos pais.

Santa Joana d'Arc. Catedral de Reims, França.
Santa Joana d'Arc. Catedral de Reims, França.
Eis de dizer que tenham em conta de tesouro os testamentos de São Remígio, de Carlos Magno e de São Luiz, que se compendiam nas palavras tantas vezes repetidas por vossa heroína de Orléans: Viva Cristo, que é o rei dos Francos.

A França é grande entre as nações somente a este título, neste pacto Deus a protegerá tornando-a livre e gloriosa.

Sob esta condição poder-se-á lhe aplicar quanto nos livros Santos é dito de Israel: “que não se encontrou ninguém que insultasse este povo, a não ser quando se afastou de Deus”, et non fuit qui insultaret populo isti, nisiquando recessit a cultu Domini Dei sui.

Não é, pois um sonho o vosso, Venerável Irmão, mas uma realidade, nem em mim há somente a esperança, mas a certeza do piedoso triunfo.

Morria o Papa, em Valence, quando a França, desconhecida e esmagada a autoridade, proscrita a religião, abatidos os templos e os altares, exilados, perseguidos e dizimados os sacerdotes, tinha caído na mais detestável abominação.

Não passam dois anos da morte de quem deveria ser o ultimo Papa e a França ré de tantos delitos, encharcada ainda com o sangue de tantos inocentes, voltou piedosa os olhos em direção a quem, elegido prodigiosamente Papa, longe de Roma, em Roma foi entronizado, e a França implora com o perdão o exercício de aquele divino poder que, no Papa, tinha tantas vezes contestado: e a França foi salva.

É possível a Deus tudo o que parece impossível aos homens. E em esta certeza me confirma a proteção dos mártires que deram o sangue pela Fé, e a intercessão de Joana d'Arc, que, assim como vive no coração dos Franceses, assim repete continuamente no céu a oração:

“Grande Deus, salvai a França!”

 
(Fonte: PII X PONTIFICIS MAXIMI ACTA, Vol. IV, Romae, ex Typographia Polyglotta Vaticana, 1914, págs. 309-313).


quinta-feira, 16 de setembro de 2021

À 175 anos apareceu Nossa Senhora em La Salette

Mélanie e Maximin, os dois videntes, desceram para ver uma grande luz, dentro da qual havia uma Dama
Mélanie e Maximin, os dois videntes,
desceram para ver uma grande luz, dentro da qual havia uma Dama
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Na manhã do 19 de setembro de 1846 Maximin acompanhou Mélanie para cuidar do gado. Era um dia bonito, o céu estava sem nuvens e o sol brilhava intensamente.

Subiram o morro de La Salette (França) até uma altura de 1.800 metros, sem poderem imaginar o evento sobrenatural que haveriam de testemunhar.

Maximin queria brincar. Ela lhe propôs seu entretenimento preferido: fazer o que ela chamava de paraíso, isto é, uma casinha de pedras toda recoberta de ramalhetes feitos com flores silvestres, que desabrocham naturalmente nas alturas.

Chegando a uma curva do terreno protegida dos ventos, começaram a levantar o paraíso. No local há muita ardósia, pedra que forma placas e se prestava para o brinquedo.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

A abominação nos lugares santos.
Prossegue o Segredo

Expulsão dos religiosos contemplativos da França, 1903
Governo laicista francês fecha conventos de contemplativos.
Na foto: expulsão dos padres cartuxos, Grenoble
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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sócio do IPCO,
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continuação do post anterior: Crise fragmentadora da Igreja. Caos e anarquia universal



Prosseguindo, o segredo de La Salette diz:
“Os governantes civis terão todos um mesmo objetivo, que consistirá em abolir e fazer desaparecer todo princípio religioso para dar lugar ao materialismo, ao ateísmo, ao espiritismo e a toda espécie de vícios.

“No ano 1865 ver-se-á a abominação nos lugares santos.

“Nos conventos as flores da Igreja serão apodrecidas, e o demônio tornar-se-á como que o rei dos corações.

“Que os dirigentes das comunidades religiosas estejam atentos em relação às pessoas que devem receber,

“porque o demônio usará toda sua malícia para introduzir nas ordens religiosas pessoas entregues ao pecado, pois as desordens e o amor aos prazeres carnais estarão espalhados por toda a Terra.

“A França, a Itália, a Espanha e a Inglaterra estarão em guerra.

“O sangue correrá nas ruas, o francês combaterá contra o francês, o italiano contra o italiano.

“A seguir haverá uma guerra geral, que será horrorosa.

“Durante certo tempo Deus não se lembrará mais da França nem da Itália, porque o Evangelho de Jesus Cristo não será mais conhecido.

“Os maus estenderão toda sua malícia. Até nas casas as pessoas matar-se-ão e massacrar-se-ão mutuamente”.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

2017: onda de sacrilégios contra a Eucaristía,
contra Nossa Senhora e contra os Santos

Capela com o relicário do cérebro de don Bosco na basílica, antes do roubo sacrílego. No destaque: a artística urna com a preciosa relíquia do santo
Capela com o relicário do cérebro de don Bosco na basílica, antes do roubo sacrílego.
No destaque fotográfico: a artística urna com a preciosa relíquia do santo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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O ano de 2017 vem sendo marcado por uma onda de sacrílegos atentados contra Nossa Senhora em diversos países coincidindo estranhamente com o centenário das Aparições de Fátima.

Eis alguns satânicos exemplos:

Roubada urna com o cérebro de São João Bosco

O mundo católico inteiro estremeceu pelo roubo da urna-relicário que contem parte do cérebro de São João Bosco, segundo informou “Il Corriere della Sera” e a grande imprensa italiana.

O relicário se encontrava na Basílica de Colle Don Bosco, no município de Castelnuovo, Asti, numa capela por trás do altar principal.

É o local exato em que o grande don Bosco nasceu o dia 16 de agosto de 1815.

domingo, 31 de julho de 2016

Dói o silêncio do Papa

No fundo: a igreja de Saint-Etienne du Rouvray, cenário do sacrílego crime islâmico. Na frente: crucifixo na igreja de St-Vincent em Baux-de Provence.
No fundo: a igreja de Saint-Etienne du Rouvray, cenário do sacrílego crime islâmico.
Na frente: crucifixo na igreja de St-Vincent em Baux-de Provence.
Roberto de Mattei
(1948 - )
professor de História,
especializado nas ideias
religiosas e políticas no
pós-Concilio Vaticano II.




O primeiro mártir do Islã em terra da Europa tem um nome.

É o padre Jacques Hamel, assassinado enquanto celebrava a Santa Missa no dia 26 de julho, na igreja paroquial de Saint-Etienne-du-Rouvray, na Normandia.

Dois muçulmanos exaltando o Islã invadiram a igreja, e depois de tomar alguns fiéis como refém, degolaram o celebrante e feriram gravemente outro fiel.

Sobre a identidade dos agressores e o ódio anticristão que os moveu não pairam dúvidas.

Em sua agência de notícias Amaq, o Estado Islâmico definiu os dois assaltantes de “nossos soldados”.

O nome de Jacques Hamel se soma ao de milhares de cristãos que todos os dias são queimados, crucificados, decapitados em ódio à sua fé.

Mas o massacre de 26 de julho marca uma guinada, porque é a primeira vez isso que acontece na Europa, lançando uma sombra de medo e consternação nos cristãos do nosso continente.

Obviamente não é possível proteger 50.000 edifícios religiosos na França, e um análogo número de igrejas, paróquias e santuários na Itália e em outros países.

Cada sacerdote é objeto de eventuais ataques, destinados a se multiplicarem, sobretudo após o efeito emulativo engendrado por esses crimes.

“Quantas mortes são necessárias, quantas cabeças decepadas, para que os governos europeus compreendam a situação em que se encontra o Ocidente?”perguntou o cardeal Robert Sarah.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Pe. Jacques Hamel R.I.P.: o crime revelador do Islã,
e não só do Islã...

Padre Jacques Hamel R.I.P., degolado na Missa por imigrantes islâmicos
Padre Jacques Hamel R.I.P.,
degolado na Missa por imigrantes islâmicos
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Vivamente impactados pelo brutal e sacrílego assassinato do Pe. Jacques Hamel, oferecemos a nossos leitores uma tradução livre do inteligente e vibrante comentário de Antoine Burckhardt publicado em seu blog Civilisation Chrétienne. 



O martírio do Pe. Hamel: o tormento dos cristãos orientais agora é o nosso


A ameaça se realizou. Um padre foi degolado por muçulmanos enquanto celebrava a missa. Isso não aconteceu no Iraque, na Nigéria ou no Paquistão, mas numa pequena cidade da Normandia, sob o céu macio da nossa França como diz a canção.

Alguns estão atônitos face ao horror e se perguntam: por que nós? Por que um padre? Por que um homem de 86 anos?

E eles não saem do atordoamento: o padre Hamel mantinha relações amigáveis com a comunidade muçulmana. A mesquita de Saint-Etienne du Rouvray foi construída num terreno oferecido pela paróquia da cidade, informou “Le Point”. 

O medo é legítimo e atinge a todos nós, mas a surpresa é no fundo uma grave falta nossa.

Durante anos, nós, os cristãos ocidentais, vínhamos sendo avisados pelos nossos irmãos orientais que conhecem o furor islâmico há séculos.

Em 10 de agosto de 2014, o arcebispo de Mosul, Iraque, Mons. Amel Nona advertiu os europeus numa entrevista ao “Corriere della Sera”:

Policial diante da prefeitura de Saint-Etienne du Rouvray após o crime anunciado. D. Amel Nona: “vós vos tornareis vítimas do inimigo que recebestes em vossa casa”
Policial diante da prefeitura de Saint-Etienne du Rouvray após o crime anunciado.
D. Amel Nona: “vós vos tornareis vítimas do inimigo que recebestes em vossa casa”
“Nosso sofrimento hoje constitui o prelúdio daquele que os europeus ocidentais e cristãos vão sofrer no futuro próximo (...) vós acolheis em vossos países um número crescente de muçulmanos. (...) Vós deveis assumir posições fortes e corajosas (...) vossos valores não são os valores deles (...) Se vós não percebeis em tempo, vós vos tornareis vítimas do inimigo que recebestes em vossa casa”.

Mas, a Europa e o mundo cristão adormecido ficaram surdos às previsões do arcebispo Nona. Agora elas se tornaram realidade.

A agradável esplanada do restaurante, o belo passeio à beira-mar e agora uma pequena igreja provincial: já não há na França refúgio para se proteger do ódio dos islâmicos.

O arcebispo de Rouen apelou para a fraternidade e as mais altas autoridades do Estado invocaram a unidade nacional. Mas esses apelos humanistas não vão ajudar.

Os nossos algozes, escreve Burckhardt, querem nos apresentar sua própria interpretação da palavra “Islã”. E, em verdade, é uma versão única de arma na mão pingando nosso sangue. É claro que eles acham que em parte já ganharam.

O nosso hino nacional já não é cantado com vibração. A hierarquia eclesiástica descreve também como “vítimas” àqueles que vêm de assassinar brutalmente um de seus ministros, como diz o comunicado do arcebispo no site da diocese “Rouen Catholique”.

As sociedades doentes batem em aqueles que identificam a doença e receitam o remédio. Cantam as doçuras do “viver juntos”, mas falam com virulência sem precedentes contra os fabricantes de “ódio” e os semeadores de “divisão”, leia-se contra você e eu, que não aguentam mais tanta felonia.

Fim do Ramadan intercultural na igreja de Saint-Jean-Baptiste em Molenbeek, presidida pelo pároco e os imames do bairro dos terroristas
Fim do Ramadan intercultural na igreja de Saint-Jean-Baptiste em Molenbeek,
presidida pelo pároco e os imames do bairro dos terroristas
Abre-se as igrejas para a comemoração do Ramadã, como fez a igreja de São João Batista, no bairro de Molenbeeck, Bruxelas, bairro de onde tinham saído os assassinos que poucos meses antes ceifaram dezenas de vidas no aeroporto e no metrô da capital belga. O ágape ecumênico foi noticiado pelo site da Igreja Católica na Bélgica.

Não há lugar para famílias cristãs mas sim para famílias muçulmanas no avião papal. Veja-se a notícia do “Le Journal du Dimanche”.

Saudamos como libertadores dos nossos “vícios” consumistas e capitalistas aqueles que vêm para tomar posse da terra de nossos antepassados. Ver por exemplo.

Finalmente, se nos inocula tranquilizantes confeccionados com argumentos ridículos: todos os muçulmanos não são terroristas, alguns deles estão entre as vítimas...

Sim, nem todos os muçulmanos são terroristas, mas todos aqueles que atualmente proclamam agressivamente o Islã, o são sem sombra de exceção.

Terão os jihadistas necessidade de uma insurreição geral da população muçulmana na Europa para atingir seus objetivos numa guerra civil?

Passeata de muçulmanos no Reino Unido
Passeata de muçulmanos no Reino Unido
Não. Eles só precisam do silêncio benevolente mas cúmplice – inclusive discreto – de sua comunidade e da passividade da nossa.

Alguns europeus exasperados pela incapacidade dos nossos governos poderão se envolver por sua vez em abusos visando muçulmanos.

Então surgirá entre eles a “necessidade” de uma unidade entre “moderados” e radicais de todas as arestas.

Aqueles que atualmente são 15% da nossa população serão tratados como se fossem a metade.

Para o retorno da “paz civil”, os muçulmanos serão sistematicamente aceitos em “diálogos de paz” que irão moldar o futuro dos nossos filhos.

O contador populacional vai continuar fazendo seu trabalho, o afluxo de “refugiados” prosseguirá, e então nós nos abaixaremos para agradecer a tolerância que os “mais moderados” vão mostrar para nós.

O rei muçulmano Boabdil entrega as chaves de Granada à rainha e ao rei Fernando de Aragão, seu esposo. Francisco Pradilla y Ortiz (1848–1921).
O rei muçulmano Boabdil entrega as chaves de Granada à rainha Isabel
e ao rei Fernando de Aragão, seu esposo.
Francisco Pradilla y Ortiz (1848–1921).
Se quisermos evitar esse cenário dantesco, é em Isabel a Católica expulsando os mouros de Granada que devemos procurar inspiração tão rapidamente quanto possível.

Caso contrário, a Europa em breve conhecerá o destino das cristandades outrora florescentes no Norte de África: em algumas décadas ela irá integrar o sinistro mundo regido pelo Corão e pela cruel lei islâmica, a Sharia.


terça-feira, 22 de março de 2016

Exorcista: “Satanás atrás do Estado Islâmico”
Novos e piores demônios irromperam no cenário mundial

Padre Gabriele Amorth, exorcista oficial da diocese de Roma:
“Satanás impulsiona o Estado Islâmico, com certeza”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Os recentes atentados de Nice e Bruxelas, como os do fim do ano passado em Paris e as tentativas massivas de violação de mulheres em cidades da Alemanha e do norte da Europa no Réveillon obedecem a um objetivo: erradicar o cristianismo do mundo apagando seus últimos restos já tão diminuídos.

Nos casos citados da Europa o caráter estritamente religioso da ofensiva de crimes não aparece tão claramente, pois os atentados visam o comum dos cidadãos indiscriminadamente.

No Oriente Médio, o motor religioso islâmico se mostra por inteiro.

O mosteiro de Santo Elias, o mais antigo do Iraque, foi destruído pelo Estado Islâmico, o grupo terrorista que em nome de Maomé visa extinguir o cristianismo e qualquer vestígio de cultura do passado, inclusive pagão.

O padre católico Paul Thabit Habib, responsável pela igreja, atualmente exilado em Erbil, disse: “nossa história cristã em Mossul está sendo barbaramente aniquilada. Estamos testemunhando uma tentativa de expulsar-nos do Iraque e eliminar nossa existência neste país”, informou o “O Estado de S. Paulo”.

domingo, 15 de novembro de 2015

Rezemos por Paris
'A Aparição de La Salette' e a tragédia da cidade de São Luís rei




O comunicado do Estado Islâmico assumindo o assassinato em Paris de mais de cem cidadãos, junto com o ferimento de outros trezentos desarmados, indefesos e incapacitados de se protegerem apresenta fanfarronamente os crimes como um dano feito aos “cruzados”.

“Allah foi até eles lá onde eles menos o aguardavam e lançou o terror em seus corações”, inicia o comunicado citando o Corão (59,2).

E prossegue: “um grupo crentes soldados do Califado visou como alvo a capital das abominações e da perversão, aquela que porta a bandeira da Cruz na Europa, Paris”.

“Um grupo avançou rumo ao inimigo, procurando a morte na trilha de Allah, socorrendo a religião, seu profeta e seus aliados, querendo humilhar seus inimigos. Pela sua mão, Allah semeou o pânico no coração dos cruzados em sua própria terra”.

“Oito irmãos levando cintos com explosivos e fuzis de assalto atacaram locais minuciosamente escolhidos previamente no coração da capital francesa (...) durante o jogo de dois países cruzados (...) O balanço de seus ataques é de no mínimo 200 cruzados mortos e ainda mais feridos, que o louvor e o mérito pertença à Allah”.

E no último parágrafo: “A França e aqueles que acompanham sua via devem saber que ficam como os principais alvos do Estado Islâmico e que eles continuarão a cheirar o odor da morte porque assumiram a liderança da Cruzada, porque ousaram insultar nosso profeta, porque se ufanam de combater o Islã e atacar os muçulmanos em terra do Califado”.

O comunicado encerra citando ainda o Corão que trata os cristãos de “hipócritas” (versículo 63,8).  Cfr Communiqué sur l'attaque bénie de Paris contre la France croisée

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Descristianização prevista em La Salette: dioceses francesas põem igrejas à venda

Antigo mosteiro à venda em Gacé, Orne, França
No período “pós-conciliar” houve um espantoso abandono da prática religiosa na França. Os católicos, que no início dos anos 70 eram 88% da população, ficaram reduzidos a 60,4% em 2010 (último dado disponível), segundo o instituto americano Pew Research Center.

Conforme pesquisa do instituto galo Ifop, apenas 4,5% dos franceses vão à igreja todos os domingos e somente 15% a frequentam pelo menos uma vez por mês.

Imbuídas da ideia de “inserir a Igreja no mundo”, em vez de diante de tamanha queda promoverem o retorno à verdadeira prática religiosa, as dioceses francesas aceleram, pelo contrário, a venda de igrejas e de outros prédios religiosos católicos como conventos, seminários e escolas, noticiou a BBC Brasil.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Hoje é a festa da Medalha Milagrosa

Hoje, 27 de novembro, é a festa da Medalha Milagrosa.

Conheça sua história e seus milagres.

Como Nossa Senhora deu a Medalha Milagrosa a Santa Catarina Labouré, na rue du Bac, em 1830.

A portentosa conversão do hebreu Ratisbonne por intermédio da Medalha Milagrosa.

Clique em algum dos links abaixo para saber mais:

Medalha Milagrosa: em 1830 Nossa Senhora deu um sinal eficaz de sua ajuda

Na segunda aparição Nossa Senhora deu a Medalha Milagrosa

Na festa da Medalha milagrosa: aparições a Santa Catarina Labouré

Nossa Senhora das Graças e a conversão do hebreu Ratisbonne (1)

Nossa Senhora das Graças e a conversão do hebreu Ratisbonne (2)

Nossa Senhora das Graças e a conversão do hebreu Ratisbonne (3)





domingo, 30 de outubro de 2011

Halloween e a soltura dos demônios do inferno

Nossa Senhora em La Salette revelou que os demônios sairiam em grande número do inferno para atormentar o mundo.

Ela usou estas palavras:

"Lúcifer e um grande número de demônios serão soltos do inferno. Eles abolirão a fé pouco a pouco, até nas pessoas consagradas a Deus. Eles as cegarão de tal maneira que, salvo uma graça particular, adquirirão o espírito desses maus anjos. (...)

"Os maus livros abundarão sobre a Terra, e os espíritos das trevas espalharão por toda parte um relaxamento universal em tudo o que se refere ao serviço de Deus... Existirão igrejas para cultuar esses espíritos". Veja esta profecia.