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terça-feira, 1 de março de 2022

Beata Aiello: a Rússia traz a ruína e a morte para o mundo

Beata Elena Aiello, jovem religiosa
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




A Bem-aventurada Elena Emília Aiello é pouco conhecida no Brasil.

Mas bem mereceria sê-lo muito mais. Como na sua Itália natal, onde sua fama de santidade e a benemérita atividade caritativa da Ordem que ela fundou estão sempre crescendo.

A Beata é também famosa pelos dons sobrenaturais com que foi beneficiada pelo Altíssimo. Recebeu os estigmas e numerosas revelações de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Nelas, Ele se mostra primordialmente preocupado, e até agoniado – se se pode dizer assim – pela degringolada da ordem política e social dos países até então católicos, em particular da Itália.

Com insistente premência, Ele retoma as palavras de Sua Santíssima Mãe em Fátima, colocando como que uma lente de aumento sobre os males que ameaçam o mundo, a Igreja e o Papado se os homens não fizerem penitência.

Essas mensagens foram especialmente intensas na década de 1950, marcada por um otimismo enganoso que predispôs o ambiente psicológico que penetrou em todas as esferas, inclusive na eclesiástica, e influenciou a fundo as elaborações do Concílio Vaticano II.

Mas essas advertências haviam começado décadas antes. Cabe destacar a correspondência da Bem-aventurada Aiello com a irmã do então líder máximo da Itália, Benito Mussolini, exortando o duce a não se engajar na fatídica II Guerra Mundial. Tratou-se de Edvige Mussolini (1888 – 1952), casada com Michele Mancini.

Benito Mussolini repeliu com orgulhoso desdém a ardorosa advertência da Beata da parte de Nosso Senhor.

A visão profética da Beata cumpriu-se de cheio em relação ao chefe máximo da Itália e um dos mais poderosos homens da política europeia. A Itália perdeu a guerra e o Duce teve uma espantosa morte.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Os apóstolos de Fátima resistem
diante dos “profetas” dos “erros da Rússia”

A Igreja militante, detalhe de mural de Jan Henryk de Rosen (1891 – 1982), Washington DC
A Igreja militante, detalhe de mural de Jan Henryk de Rosen (1891 – 1982), Washington DC
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






continuação do post anterior: A essência dos males que afligem o mundo está nos “erros da Rússia”



Duas escolas de profetas: a da “alienação” e a da “desalienação”

Os profetas dos “erros da Rússia” implantaram-nos no mundo inteiro.

Eles visam acabar com toda desigualdade entre os homens que eles odeiam e chamam de “alienação”. E instalar o socialismo e o comunismo, regimes despóticos onde reina a igualdade total ou “desalienação”. Um eco fiel do brado de revolta de Satanás no Céu: “não servirei” (Jer 2,20).

Além dos líderes russos como Stalin, Kruschev e Brezhnev, destacaram-se o chinês Mao Tsé-Tung; os italianos Antonio Gramsci, Palmiro Togliatti e Enrico Berlinguer; os franceses Maurice Thorez e Georges Marchais; os espanhóis Dolores Ibarruri, la Pasionaria, e Santiago Carrillo; o brasileiro Luís Carlos Prestes; o cubano Fidel Castro; o argentino Che Guevara, e ainda muitos outros que a exiguidade de espaço não nos permite elencar.

Em sentido contrário, Maria Santíssima inspirou almas seletas que falaram ao mundo com acentos proféticos no sentido da Mensagem de Fátima.

Um exemplo foi São Maximiliano Kolbe O.F.M., alma de fogo e fundador da “Milícia da Imaculada”, de imensa difusão, sobretudo na Europa Oriental.

Em 11 de fevereiro de 1937, durante um Congresso sobre Nossa Senhora de Lourdes, em Roma na presença de cardeais, bispos, nobres, professores e representantes das maiores ordens religiosas, ele afirmou:

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Beata Aiello: a conspiração dos “falsos profetas”,
o flagelo da Rússia e a intervenção de Nossa Senhora

Beata Elena Aiello: mística que desde o leito dirigia grande obra de caridade
Beata Elena Aiello: desde o leito dirigia grande obra de caridade
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Continuação no post anterior: “Beata Elena Aiello: a impureza traz a ruína e a morte para Roma, o clero e o mundo”


Ouvindo esses avisos [N.R.: conferir post anterior], Irmã Elena atreveu-se a perguntar: “O que será da Itália que amo tanto?”

E ouviu severas palavras:

“Nela se cometem muitos pecados.

“Falsos profetas circundam o Cristo na terra. Essas almas me ferem mais que os pecadores [...].

“O demônio desencadeou a mais terrível batalha contra Deus e a Igreja, e levou muitas almas pela via da perdição [...]”.

Também em La Salette, Nossa Senhora advertiu contra os maus eclesiásticos – “falsos profetas” – que, apresentando-se como teóricos ou justificadores da imoralidade com sofismas teológicos diversos, precipitam os institutos religiosos e grande número de simples fiéis em abismos insondáveis de corrupção.