Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs
Correu-se a laje. Pareceu tudo acabado.
Mais foi o momento em que tudo recomeçou. O reagrupamento dos Apóstolos. O renascer das dedicações, das esperanças.
Na dor, nas trevas, na incompreensão, a grande Páscoa se aproximava.
O ódio dos inimigos rondava em torno do Santo Sepulcro e de Maria Santíssima e dos Apóstolos.
Mas Eles não temiam. Porque em pouco raiaria a manhã da Ressurreição.
Possa também eu, Senhor Jesus, não temer. Não temer quando tudo parecer perdido irremediavelmente.
Não temer quando todas as forças da Terra parecerem postas em mãos de vossos inimigos.
Não temer porque estou aos pés de Nossa Senhora, junto da qual se reagruparão sempre, e sempre mais uma vez, para novas vitórias, os verdadeiros seguidores da vossa Igreja.
(Autor: Plínio Corrêa de Oliveira, Via Sacra, Catolicismo, março 1951, com ligeiras adaptações. Foto: Ressurreição, basílica de São Pedro e São Paulo, Malta)
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Neste blog reproduzimos pronunciamentos de fontes católicas avalizadas – Santos, Doutores e mestres reconhecidos pela sua ortodoxia e fidelidade à Igreja – que falaram no mesmo sentido das profecias de Nossa Senhora em La Salette, segundo ficou registrado em documentos de verificada autenticidade.
A continuação, no mesmo sentido, reproduzimos excertos da primeira encíclica do Papa São Pio X (1903-1914), a E Supremis (Do alto desta cátedra), de 4 de outubro de 1903 (AAS, vol. XXXVI, 1903-1904, pp. 129-139).
Nela o santo pontífice ensina sobre a corrupção e apostasia que corrói o mundo moderno e arrastra à destruição das sociedades humanas.
A crise universal é de tal maneira grande que o Papa julgava necessário atrair a atenção dos fiéis de estarmos assistindo à iminente chegada do Anticristo.
“Do Anticristo, escreve São Pio X, o homem, com uma temeridade sem nome, usurpou o lugar do Criador, elevando-se acima de tudo o que traz o nome de Deus”.
Isto ele ensinava em 1903, 57 anos após a mensagem de La Salette e antes mesmo de Nossa Senhora aparecer em Fátima para lançar um derradeiro apelo.
Uma encíclica tem para os católicos uma autoridade muito superior à das revelações privadas, mesmo as aprovadas pela autoridade eclesiástica ou bafejadas pelos Pontífices Romanos.
Em face do drama em que se encontra a Santa Igreja, muitas almas procuram, então, assumir uma posição de indiferença, parecida com a de numerosos contemporâneos de Nosso Senhor, que acreditavam que Ele era Homem-Deus, mas que, durante a Via Sacra, vendo-O passar, em vez de se compadecer por seus lancinantes sofrimentos, achavam entretanto melhor não considerá-los, mas pensar em outras coisas.
A evidência dos fatos deixa patente que a partir do Concílio Vaticano II penetrou na Igreja, em proporções impensáveis, a “fumaça de Satanás”, de que falou Paulo VI, a qual se foi dilatando dia a dia mais, com a terrível força de expansão dos gazes.
Para escândalo de incontáveis almas, o Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo entrou no sinistro processo da como que autodemolição, a que aludiu aquele mesmo Pontífice, em Alocução de 7 de dezembro de 1968.
A História narra os inúmeros dramas que a Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana sofreu nos vinte séculos de sua existência.
Oposições que germinaram fora dEla, e de fora mesmo tentaram destruí-La.
Tumores formados dentro dEla, extirpados, contudo, pela própria Esposa de Cristo; mas que, já então de fora para dentro, tentaram destruí-la com ferocidade.
Quando, porém, viu a História, antes de nossos dias, uma tentativa de demolição da Igreja, já não mais articulada por um adversário, mas qualificada de como que autodemolição em altíssimo pronunciamento de repercussão mundial?
Nossa Senhora apareceu em La Salette.
Ela chorava pela crise da Igreja e do mundo.
Ela falou para nossos dias. Ela acenou para a iminência do castigo divino. O que Ela disse? - Clique na foto e veja