segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Crise e queda do Reino de Maria profetizada na aparição da Montanha Santa de La Salette

Entretanto o Reino de Maria terá seu fim, como toda era histórica. Ele será encerrado por nova decadência. Continua o segredo:

“Esta paz entre os homens não será longa. Vinte e cinco anos de safras abundantes lhes farão esquecer que os pecados dos homens são a causa de todas as desgraças que sucedem na terra”.

O que significa, em unidades de tempo, que essa época pacífica “não será longa”?

Mélanie esclareceu que essa era de paz duraria um “número bastante grande de gerações”.

Habitualmente se calcula 25 anos por geração. O que seria um “número bastante grande” delas para Mélanie? 20? 30? 40? Ou seja, 500, 750, 1000 anos?

Uma certa indefinição fica pairando, provavelmente ligada à fidelidade dos homens. Quanto maior for esta, mais longa será a era de paz.


Os “vinte e cinco anos de safras abundantes” sugerem que, na fase final daquela feliz era de catolicismo, haverá anos de extrema abundância, em que tudo estaria tão bem, que parecerá não haver mais necessidade de lutar contra o pecado. Será um engano.

O relaxamento moral tomaria então conta do mundo, num clima enganoso de distensão e abundância mal aproveitada.

Mélanie refere-se a esta transição histórica pouco mais adiante, onde diz:

“Falsa paz no mundo, não se pensará em outra coisa senão em se divertir, os maus se entregarão a toda sorte de pecados”.

O Pe. E. Combe, que conheceu Mélanie nos últimos anos de vida, recolheu as seguintes afirmações da vidente:

“Até o fim do mundo as leis continuarão cristãs. Não haverá perseguição legal. Durante um número bastante grande de gerações, todos os homens serão bons cristãos. Mas pouco a pouco eles começarão a se deixar levar pela tibieza, depois pelo esquecimento de Deus, e por fim incorrerão em grandes crimes.





“As leis cristãs, que o braço secular terá feito observar com grande severidade, pouco a pouco acabarão por não ter mais aplicação em virtude de uma falsa misericórdia em relação àqueles que as violarão.

“Os bons não serão mais protegidos. Eles se tornarão o objeto de todas as humilhações, de todas as chacotas. Eles sofrerão muito por causa da sociedade e da opressão dos ruins, e serão pouco numerosos”.

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