quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O RECONHECIMENTO OFICIAL DA IGREJA


O bispo de Grenoble, Mons. de Bruillard, abriu um inquérito canônico sob a responsabilidade de uma comissão de 16 sacerdotes experientes da diocese.

A comissão interrogou videntes e vizinhos, clérigos e civis, autoridades e simples particulares. Pesquisou aspectos que poderiam desmerecer o evento sobrenatural. (Na foto ao lado: Casa onde os videntes ditaram o primeiro relato em 20 de setembro de 1846)

Ouviu com atenção opiniões favoráveis e contrárias. Realizou sessões de debate, inclusive na presença do bispo. Por fim, todas as eventuais dúvidas, objeções ou discrepâncias das interpretações foram resolvidas.



A comissão pronunciou-se pela autenticidade da aparição.

Porém o Cardeal Luís de Bonald, arcebispo de Lyon e metropolitano do bispo de Grenoble, e também um dos chefes dos católicos liberais, se opôs ativamente a essa conclusão aprobatória, abusando inclusive dos seus poderes.

O diocesano ordenou então que os videntes, separadamente, redigissem de novo e com esmero os fatos e as palavras de Nossa Senhora, incluído o segredo que só seria lido pelo Papa felizmente reinante, o Bem-aventurado Pio IX. (na foto ao lado, o relato de Maximino).

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