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| Napoleão III: falso amigo dos católicos |
“Que o Vigário de meu Filho, o Soberano Pontífice Pio IX, não saia mais de Roma depois do ano 1859. Mas seja firme e generoso, combata com as armas da fé e do amor. Eu estarei com ele. Que ele não confie em Napoleão [III]. Seu coração é falso, e quando ele quiser tornar-se ao mesmo tempo papa e imperador, Deus se afastará dele. Ele é como a águia que, querendo subir sempre mais, cairá sobre a espada da qual queria se servir para obrigar os povos a o elevarem”.Napoleão III foi um político astuto que ludibriava os católicos. Ele pessoalmente trabalhava às ocultas contra o Papa e contra a Igreja. Mas, nas aparências, fingia defender os interesses do Papado e mantinha tropas para proteger os Estados Pontifícios.
Muitos católicos bem intencionados não percebiam a falsidade da manobra. Nossa Senhora veio também alertá-los.
Em 1852 Napoleão III visitou Grenoble. Mélanie era então religiosa no mosteiro da Providência em Corenc, hoje em dia periferia da cidade. Então as religiosas a ouviram exclamar: “Oh, o ingrato! oh, o traidor! oh, o perseguidor da Religião!”
O efêmero império de Napoleão III esboroou-se após vergonhosa derrota na guerra franco-prussiana de 1870. Napoleão III serviu-se do conflito como pretexto para tirar as tropas francesas que protegiam Roma.
Dessa maneira abriu o caminho para os revolucionários italianos invadirem Roma e arrancarem do Papa a posse da capital da Cristandade.
Nossa Senhora


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